Rádio Debak

quarta-feira, 7 de setembro de 2011


ESCOLA AMANHÃ: 

 
NÃÃÃÃÃOOOOOOOO!!!!

Jesus chegou!
Ele
tá aqui!

do outro lado da rua!

Eu tentei a infância inteira montar aquele cubo mágico maldito!

 
AMOR DE CACHORRO COM A DONA:
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Aí não tem ninguém em casa e você coloca 


sua musica favorita no ultimo volume:



  
eu indo beber agua de dia:





eu indo beber agua de noite:


Oq você falou da minha Mãe?


Pessoa:
Nada nada

Eu: acho bom mesmo pq na proxima eu acabo cntg!





QUEM NUNCA TEVE VONTADE DE FAZER ISSO QUANDO VÊ UMA POÇA D'ÁGUA

Quarta Não tem aula UHU
 


Banho pra ir a escola.



banho pra uma festa.

Imagem


Se seus olhos seguirem o movimento da bola cor pink, você verá apenas uma cor: Pink.

Se você olhar no sinal + no centro da imagem, o movimento da bola se torna verde.


Agora, concentre-se no + . Depois de um tempo, todos as bolas pinks irão desaparecer,

e você verá APENAS UMA BOLA VERDE se movimentando!

Quando a minha mãe me tira do computador e diz que eu só vou voltar quando eu limpar o quarto: 

O MSN na vida real é a sala de aula
O Google na vida real é a biblioteca
O Tumblr é o shopping
E o Orkut, a favela.

OLHE SEM PISCAR

SE ISSO ME ACONTECESSE ?






PROFESSORA ME COLOCA PRA FORA DA SALA EU SAIO ASSIM 
AE CHEGO NA DIREÇÃO ASSIM 

AEEW A DIRETORA MANDA  EU VOLTA PRA SALA E EU ENTRO ASSIM

INDEPENDÊNCIA DO BRASIL - DIA 7 DE SETEMBRO

   



Em 7 de setembro de 1822, o Brasil livrou-se da condição de colônia, conquistando sua independência política. O movimento de independência foi o resultado de uma forte reação das camadas sociais mais abastadas, às pretensões e tentativas das Cortes de Lisboa de restabelecer o pacto colonial.

Mas, para entendermos os acontecimentos que culminaram com o movimento de independência, é necessário considerar o período de permanência do governo português no Brasil. A partir daí ocorreram importantes transformações políticas, sociais e econômicas que marcariam os últimos anos do domínio colonial lusitano.

O estabelecimento do governo português no Brasil encerrou quatro séculos de monopólio comercial, ao mesmo tempo em que pôs em prática uma política de aumento de impostos. Porém, enquanto as mudanças nas relações comerciais da Colônia favoreceram a burguesia comercial inglesa (em detrimento dos comerciantes reinóis), o aumento de impostos prejudicou as camadas populares, parcelas da burguesia comercial, e até mesmo os grandes proprietários agrários.

Retorno do rei a Portugal

Assim, o descontentamento com o governo de dom João 6º. não tardou a se manifestar. Em 1817, eclodiu a insurreição pernambucana, que não teve êxito. Em 1820, o reino de Portugal foi palco da revolução Liberal do Porto. Os revolucionários lusitanos convocaram as Cortes Gerais. Entre suas deliberações, exigiram o retorno imediato de dom. João 6º. a Portugal. O monarca decidiu voltar, mas antes de fazê-lo concedeu poderes ao seu filho dom Pedro, para governar o Brasil na condição de regente.

As Cortes de Lisboa promulgaram uma série de decretos anulando os poderes regenciais de dom Pedro. Quando ficou evidente que as Cortes tinham por objetivo recolonizar o Brasil, começou a se formar uma ampla aliança anticolonialista, integrada por diversas forças sociais que compunham a sociedade brasileira daquele período. Mas as lideranças desses grupos divergiam profundamente sobre os rumos do movimento de independência.

Conservadores e radicais

Para os conservadores, a independência pressupunha tão somente a obtenção de autonomia administrativa e liberdade de comércio. Os radicais, porém, defendiam a ruptura com a antiga metrópole, e iam além, ao questionar as relações de dominação vigentes, baseada no trabalho escravo e na grande propriedade agrária. Os partidários do conservadorismo estavam vinculados aos grandes proprietários, ao comércio e à burocracia oficial. O representante mais notório do pensamento conservador foi José Bonifácio de Andrada e Silva.

Já os radicais tinham maior inserção entre bacharéis, letrados, padres, jornalistas, funcionários públicos e militares. Entre os defensores do radicalismo estão Gonçalves Ledo, Januário da Cunha Barbosa e Cipriano Barata. A união desse grupo heterogêneo resultou na criação do Partido Brasileiro, também conhecido por Partido da Independência, que daria sustentação social e política ao movimento de independência.

O "dia do Fico"


Pressionado pelas Cortes de Lisboa para regressar à Portugal, dom Pedro recebeu, em janeiro de 1822, uma petição com 8 mil assinaturas solicitando a sua permanência. Sua decisão foi tomada com base numa frase célebre: "Como é para o bem do povo e felicidade geral da nação, estou pronto, diga ao povo que fico", que deu origem ao chamado "dia do Fico". A decisão expressou publicamente a adesão do regente à causa brasileira.

A partir de então, sucederam-se os atritos políticos com as Cortes de Lisboa. Ministros portugueses pediram demissão. Formou-se um novo ministério, e José Bonifácio de Andrada e Silva foi nomeado ministro do Reino e Negócios Estrangeiros. Em maio de 1822, o príncipe regente aceitou o título de Defensor Perpétuo do Brasil, oferecido pelo Senado da Câmara do Rio de Janeiro. Em junho, decidiu convocar uma Assembléia Constituinte. Em agosto, resolveu considerar inimiga as tropas portuguesas que eventualmente desembarcassem no Brasil.

"Independência ou morte"

As Cortes de Lisboa elaboraram um decreto que anulava os poderes de dom. Pedro. Este último acontecimento, teve como conseqüência a declaração formal de independência do Brasil, proclamada por dom Pedro em 7 de setembro de 1822, às margens do riacho Ipiranga, em São Paulo: "É tempo (...) independência ou morte (...) Estamos separados de Portugal". Em dezembro de 1822, ele foi coroado imperador do Brasil, tornando-se Pedro 1º. Iniciavam-se o Império e o Primeiro reinado.









                                  HINO NACIONAL BRASILEIRO
                   

                                    Ouviram do Ipiranga as margens plácidas
                                    De um povo heróico o brado retumbante,
                                    E o sol da Liberdade, em raios fúlgidos,
                                    Brilhou no céu da Pátria nesse instante.
                                    Se o penhor dessa igualdade
                                    Conseguimos conquistar com braço forte,
                                    Em teu seio, ó Liberdade,
                                    Desafia o nosso peito a própria morte!
                                    Ó Pátria amada,  Idolatrada,  Salve! Salve! 
                                    Brasil, um sonho intenso, um raio vívido
                                    De amor e de esperança à terra desce,
                                    Se em teu formoso céu, risonho e límpido,
                                    A imagem do Cruzeiro resplandece.
                                    Gigante pela própria natureza,
                                    És belo, és forte, impávido colosso,
                                    E o teu futuro espelha essa grandeza
                                    Terra adorada, Entre outras mil,
                                    És tu, Brasil,Ó Pátria amada!
                                    Dos filhos deste solo és mãe gentil,
                                    Pátria amada, Brasil!

                                    Deitado eternamente em berço esplêndido,
                                    Ao som do mar e à luz do céu profundo,
                                    Fulguras, ó Brasil, florão da América,
                                    Iluminado ao sol do Novo Mundo!
                                    Do que a terra mais garrida
                                    Teus risonhos, lindos campos têm mais flores;
                                   "Nossos bosques têm mais vida",
                                   "Nossa vida" no teu seio "mais amores".
                                    Ó Pátria amada, Idolatrada, Salve! Salve!

                                    Brasil, de amor eterno seja símbolo
                                    O lábaro que ostentas estrelado,
                                    E diga o verde-louro desta flâmula
                                 - Paz no futuro e glória no passado.
                                   Mas, se ergues da justiça a clava forte,
                                   Verás que um filho teu não foge à luta,
                                   Nem teme, quem te adora, a própria morte.
                                   Terra adorada, Entre outras mil,
                                   És tu, Brasil,Ó Pátria amada!
                                   Dos filhos deste solo és mãe gentil,
                                   Pátria amada, Brasil!




                                 
                            HINO DA INDEPENDÊNCIA


                      Já podeis, da Pátria filhos,
                      Ver contente a mãe gentil;
                      Já raiou a liberdade
                      No horizonte do Brasil.

                      Brava gente brasileira!
                      Longe vá... temor servil:
                      Ou ficar a pátria livre
                      Ou morrer pelo Brasil.

                     Os grilhões que nos forjava
                     Da perfídia astuto ardil...
                     Houve mão mais poderosa:
                     Zombou deles o Brasil.

                     Brava gente brasileira!
                     Longe vá... temor servil:
                     Ou ficar a pátria livre
                     Ou morrer pelo Brasil.

                     Não temais ímpias falanges,
                     Que apresentam face hostil;
                     Vossos peitos, vossos braços
                     São muralhas do Brasil.


                    Brava gente brasileira!
                    Longe vá... temor servil:
                    Ou ficar a pátria livre
                    Ou morrer pelo Brasil.

                    Parabéns, ó brasileiro,
                    Já, com garbo varonil,

                    Do universo entre as nações
                    Resplandece a do Brasil.

                    Brava gente brasileira!
                    Longe vá... temor servil:
                    Ou ficar a pátria livre
                    Ou morrer pelo Brasil.



                HINO DA BANDEIRA
                                       
Salve lindo pendão da esperança!
Salve símbolo augusto da paz!
Tua nobre presença à lembrança
A grandeza da Pátria nos traz.
Recebe o afeto que se encerra
em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!
Em teu seio formoso retratas
Este céu de puríssimo azul,
A verdura sem par destas matas,
E o esplendor do Cruzeiro do Sul.
Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!
Contemplando o teu vulto sagrado,
Compreendemos o nosso dever,
E o Brasil por seus filhos amados,
poderoso e feliz há de ser!
Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!
Sobre a imensa Nação Brasileira,
Nos momentos de festa ou de dor,
Paira sempre sagrada bandeira
Pavilhão da justiça e do amor!
Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!

MÚSICA DE HOJE





Do This Anymore

Left on an eastbound train
Gone first thing this morning
Why's what's best for you
Always the worst thing for me
When am I gonna learn
Why? 'Cause I'm tired of hating
When will it be your turn?
Why 'Cause I'm tired of waiting

No I don't, no I don't, no I don't
Well no I don't find faith in your forced feelings
Not fooled by your misleadings
Won't buy this line you're selling
Tired of this lie you're telling
I won't, I don't
No I won't do this anymore (2x)

She says I'm only telling half of it
That's probably 'cause,
There's only half worth telling
And every time I try to laugh it off
That's when you turn around
And wind up yelling
When am I gonna learn
Why 'Cause I'm tired of hating
When will it be your turn?
Why? 'Cause I'm tired of waiting

No I don't, no I don't, no I don't
No I don't find faith in your forced feelings
Not fooled by your misleadings
Won't buy this line you're selling
Tired of this lie you're telling
I won't, I don't
No I won't do this anymore (2x)

She says I'm only telling half of it
That's probably 'cause,
There's only half worth telling
And every time I try to laugh it off
That's when you turn around
And wind up yelling
When am I gonna learn
Why 'Cause I'm tired of hating
When will it be your turn
Why 'Cause I'm tired of waiting

No I don't, no I don't, no I don't
No I don't find faith in your forced feelings
Not fooled by your misleadings
Won't buy this line you're selling
Tired of this lie you're telling
I won't, I don't
No I won't do this anymore (2x)




Não Farei Mais Isto

Partido em um trem rumo ao Leste
Primeira coisa ida nesta manhã
Por que o que é melhor é pra você
Sempre a pior coisa pra mim
Quando é que eu vou aprender ?
Por que? porque eu estou cansado de odiar
Quando será sua volta ?
Por que? porque eu estou cansado de esperar ?

Não, não eu não, não eu não, não eu não
Não eu não acho fé em seus falsos sentimentos
Não enganado por seu descaminhos
Quem comprará esta linha que você está vendendo
Cansado desta mentira que você está contando
Eu não vou, eu não faço
Não eu não farei mais isto (2x)

Ela diz que eu sou só conto a metade disto
Isso provavelmente é porque,
Só há valor na metade do que eu conto
E toda vez eu tento rido disto despreocupado
Isso é quando nós nos virarmos
E se insinua gritando
Quando é eu que vou aprender ?
Por que ? porque eu estou cansado de odiar
Quando será sua volta ?
Por que ? porque eu estou cansado de esperar

Não, não eu não, não eu não, não eu não
Não eu não acho fé em seus falsos sentimentos
Não enganado por seu descaminhos
Quem comprará esta linha que você está vendendo
Cansado desta mentira que você está contando
Eu não vou, eu não faço
Não eu não farei mais isto (2x)

Ela diz que eu sou só conto a metade disto
Isso provavelmente é porque,
Só há valor na metade que eu conto
E toda vez eu tento rir disto despreocupado
Isso é quando nós nos virarmos
E se insinua gritando
Quando é eu que vou aprender ?
Por que ? porque eu estou cansado de odiar
Quando será sua volta ?
Por que ? porque eu estou cansado de esperar

Não, não eu não, não eu não, não eu não
Não eu não acho fé em seus falsos sentimentos
Não enganado por seu descaminhos
Quem comprará esta linha que você está vendendo
Cansado desta mentira que você está contando
Eu não vou, eu não faço
Não eu não farei mais isto (2x)